O que é PRFV? Conheça as vantagens, fabricação e aplicações da fibra de vidro.
Atualizado: 3 de set.

Aplicações do PRFV: onde a fibra de vidro é utilizada na indústria?
O PRFV, sigla para Plástico Reforçado com Fibra de Vidro, é um material compósito formado por fibras de vidro incorporadas a uma matriz de resina. Essa combinação pode oferecer baixo peso, resistência à corrosão e boa resistência mecânica em diversas aplicações industriais.
O material é especialmente interessante em ambientes nos quais estruturas metálicas ficam expostas à umidade, maresia, produtos químicos, água ou condições que dificultam a manutenção. Por isso, o PRFV é utilizado em estações de tratamento, torres de resfriamento, indústrias químicas, áreas litorâneas, instalações do agronegócio, construções modulares e instalações elétricas.
Apesar dessas vantagens, o PRFV não deve ser considerado um substituto automático do aço. A escolha do material precisa levar em conta as cargas, os vãos, a temperatura, os agentes químicos, as condições ambientais, as deformações, as ligações e os requisitos de segurança do projeto.
Em resumo: o PRFV pode ser uma solução eficiente quando a corrosão, o peso, a baixa condutividade elétrica ou a dificuldade de manutenção têm grande impacto sobre a instalação.
Principais vantagens e limitações do PRFV
Os perfis, painéis, grades e demais componentes em PRFV apresentam características que podem ser vantajosas em instalações industriais:
• resistência à corrosão em muitas condições de exposição;
• menor densidade que o aço em diversas aplicações;
• facilidade de transporte, movimentação e montagem;
• baixa condutividade elétrica, conforme a composição e os dados do produto;
• boa resistência mecânica, desde que o perfil seja especificado para a carga e a direção dos esforços;
• menor necessidade de pinturas destinadas exclusivamente à proteção contra ferrugem;
• possibilidade de fabricação em diferentes formatos e dimensões;
• menor dependência de intervenções relacionadas à corrosão.
O PRFV não sofre ferrugem como os metais ferrosos e não apodrece como a madeira. Isso não significa, porém, que seja imune à degradação. O desempenho pode ser afetado pela radiação ultravioleta, pela temperatura, pelo fogo, por danos mecânicos e por determinados produtos químicos.
Por esse motivo, o tipo de resina, a composição do material, o acabamento e o método de fabricação devem ser compatíveis com o ambiente de utilização. A especificação também deve considerar os componentes de fixação, que podem estar sujeitos à corrosão mesmo quando os perfis são fabricados em PRFV.
Onde o PRFV é utilizado?
A tabela abaixo apresenta alguns dos principais setores de aplicação do material.
Setor | Condições comuns | Aplicações do PRFV |
Saneamento | Umidade, contato com água e agentes químicos | Chicanas, guarda-corpos, escadas, plataformas e grades de piso |
Torres de resfriamento | Água, calor, umidade e produtos de tratamento | Treliças, vigas, perfis estruturais, escadas e passarelas |
Indústria química e de fertilizantes | Vapores, respingos e agentes corrosivos | Plataformas, grades, guarda-corpos, escadas e suportes |
Áreas litorâneas e marítimas | Maresia e umidade constante | Passarelas, fechamentos, corrimãos e estruturas de apoio |
Agronegócio | Umidade, fertilizantes, dejetos e intempéries | Cercas, pisos, suportes, divisórias e estruturas |
Construção modular | Necessidade de montagem prática e resistência à umidade | Painéis, paredes, divisórias e fechamentos |
Instalações elétricas | Necessidade de baixa condutividade elétrica | Escadas, suportes, perfis, plataformas e barreiras |
As aplicações devem ser avaliadas individualmente. O mesmo perfil pode apresentar desempenho adequado em um ambiente e ser inadequado em outro, dependendo da temperatura, da concentração dos agentes químicos, das cargas e do tempo de exposição.
PRFV em estações de tratamento de água e esgoto
Estações de Tratamento de Água, conhecidas como ETAs, e Estações de Tratamento de Esgoto, ou ETEs, possuem áreas com umidade constante e contato com diferentes produtos e agentes presentes nos processos de tratamento.
Nessas instalações, o PRFV pode ser utilizado na fabricação de:
• chicanas para direcionamento do fluxo da água;
• guarda-corpos e corrimãos;
• escadas convencionais e escadas marinheiro;
• passarelas e plataformas de acesso;
• grades de piso;
• perfis de sustentação;
• painéis, paredes e divisórias.
As chicanas são elementos instalados para direcionar ou organizar o fluxo da água dentro de determinadas etapas do tratamento. Já as passarelas, escadas, plataformas e guarda-corpos contribuem para o acesso e a segurança dos operadores e das equipes de manutenção.
Uma solução possível é o uso de painéis pultrudados em PRFV com sistema de encaixe, como o Sistema Tecplak. Dependendo da especificação, os painéis podem ser utilizados em chicanas, paredes, divisórias e fechamentos.
A resistência à corrosão pode reduzir intervenções relacionadas a pinturas, recuperação de superfícies e substituição de componentes deteriorados. Ainda assim, a instalação precisa ser inspecionada, e a compatibilidade do material com os produtos químicos presentes deve ser verificada.
PRFV em torres de resfriamento
As torres de resfriamento estão entre as aplicações tradicionais dos perfis pultrudados em PRFV. Nesses equipamentos, as estruturas podem permanecer expostas à água, à umidade, ao calor e aos produtos utilizados no tratamento do sistema.
O PRFV pode ser empregado em:
• treliças estruturais;
• vigas e colunas;
• perfis de apoio;
• passarelas de manutenção;
• escadas de acesso;
• guarda-corpos;
• grades de piso;
• suportes internos.
A menor densidade dos perfis pode facilitar o transporte, a movimentação e a montagem, especialmente em reformas e substituições realizadas em locais de acesso limitado.
Para essas aplicações, é importante verificar as cargas, os vãos, os pontos de apoio, as ligações, a temperatura de operação, a exposição à água e aos produtos químicos. A escolha da resina e do acabamento também deve ser compatível com as condições da torre.
A Tecwall desenvolve treliças estruturais em PRFV para torres de resfriamento e outras instalações industriais.
Indústrias químicas, petroquímicas e de fertilizantes
Plantas químicas, petroquímicas, refinarias e fábricas de fertilizantes possuem áreas expostas a vapores, respingos, umidade e diferentes agentes corrosivos.
Nessas condições, o PRFV pode ser utilizado na fabricação de:
• plataformas de operação e manutenção;
• passarelas industriais;
• guarda-corpos;
• escadas;
• grades de piso;
• suportes de equipamentos;
• estruturas secundárias;
• fechamentos e divisórias.
A compatibilidade química precisa ser analisada conforme o produto presente no ambiente, sua concentração, a temperatura de operação e o tempo de exposição. Diferentes sistemas de resina podem apresentar comportamentos distintos diante de ácidos, álcalis, solventes e outros agentes.
Por isso, não é suficiente afirmar que um perfil é “resistente a produtos químicos” sem identificar as condições de uso. A especificação deve utilizar dados do fabricante, informações sobre o ambiente e, quando necessário, resultados de ensaios ou avaliação técnica especializada.
Aplicações marítimas e em regiões litorâneas
A maresia e a umidade constante podem acelerar a corrosão de estruturas metálicas, principalmente quando a proteção superficial apresenta danos ou não recebe manutenção adequada.
Em regiões litorâneas, portos, instalações marítimas e unidades industriais próximas ao mar, o PRFV pode ser aplicado em:
• guarda-corpos e corrimãos;
• escadas de acesso;
• passarelas;
• plataformas;
• grades de piso;
• fechamentos;
• estruturas de apoio.
Como não depende de galvanização ou pintura para evitar a ferrugem do próprio material, o PRFV pode reduzir a necessidade de repinturas e tratamentos anticorrosivos recorrentes. Essa vantagem não elimina a necessidade de inspeção das fixações, das ligações, dos apoios e de outros componentes metálicos do conjunto.
Também é necessário avaliar a exposição à radiação ultravioleta, o acabamento superficial, o risco de escorregamento e as exigências de segurança da instalação.
PRFV no agronegócio
No agronegócio, as estruturas podem ficar expostas à chuva, à umidade, a fertilizantes, defensivos agrícolas, dejetos animais e produtos de limpeza.
Algumas aplicações possíveis são:
• pisos e suportes para granjas e instalações de suinocultura;
• cercas e divisórias;
• guarda-corpos;
• passarelas e plataformas;
• estruturas para galpões e armazéns;
• fechamentos de áreas de armazenamento;
• painéis para alojamentos e construções rurais;
• suportes em silos e unidades de processamento.
O PRFV também pode ser considerado em aplicações nas quais a madeira exigiria substituições frequentes ou tratamentos contra umidade, apodrecimento e ação de organismos.
A escolha deve considerar o contato com produtos químicos, a limpeza, a exposição ao sol, as cargas previstas e a necessidade de uma superfície antiderrapante. Em áreas de circulação de pessoas, a geometria da grade ou do piso deve ser compatível com os requisitos de segurança do local.
Construção modular e painéis em PRFV
Os painéis em PRFV podem ser utilizados em paredes, divisórias, fechamentos de galpões, alojamentos, módulos técnicos e outras construções que precisam de montagem prática e resistência à umidade.
Dependendo da necessidade do projeto, os painéis podem ser fornecidos:
• vazios;
• com núcleo de poliuretano, conhecido como PU;
• com núcleo de poliisocianurato, conhecido como PIR.
Os núcleos de PU ou PIR podem contribuir para o isolamento térmico do sistema. A escolha entre um painel vazio, um painel com PU ou um painel com PIR deve considerar o uso da edificação, o desempenho térmico desejado, o comportamento diante do fogo e os requisitos de segurança aplicáveis.
O sistema de encaixe também pode facilitar a montagem e reduzir etapas realizadas diretamente no local da instalação. Antes da especificação, é importante confirmar se o painel será utilizado como fechamento, divisória ou elemento com função estrutural, pois essas funções podem exigir características diferentes.
PRFV em instalações elétricas
A baixa condutividade elétrica dos perfis de fibra de vidro pode ser útil em instalações próximas a equipamentos elétricos, subestações e áreas nas quais estruturas metálicas condutoras não sejam desejáveis.
Entre as aplicações estão:
• escadas;
• guarda-corpos;
• plataformas;
• barreiras;
• suportes;
• perfis estruturais.
Essa característica, entretanto, não significa que qualquer produto em PRFV possa ser tratado automaticamente como isolante elétrico ou utilizado sem avaliação técnica. O desempenho deve ser confirmado nos dados do material e analisado em conjunto com o aterramento dos demais componentes, os afastamentos, os procedimentos de trabalho e as normas aplicáveis.
Quando o isolamento elétrico for uma exigência crítica, devem ser considerados os ensaios e os limites especificados para o produto utilizado.
Quais produtos podem ser fabricados em PRFV?
A pultrusão é um processo contínuo de fabricação utilizado principalmente para produzir perfis com seção transversal constante. As fibras de vidro recebem resina, passam por uma matriz que define a geometria do produto e são curadas por aquecimento.
Entre os produtos pultrudados estão:
• tubos redondos e quadrados;
• vigas e perfis U;
• cantoneiras;
• barras chatas;
• tarugos;
• perfis T e duplo T;
• chapas e painéis;
• perfis para guarda-corpos;
• componentes para treliças e estruturas.
Esses perfis podem ser combinados para formar escadas, plataformas, passarelas, guarda-corpos, treliças e outras soluções industriais.
A ASTM D3917-23 estabelece tolerâncias dimensionais para barras, hastes e perfis pultrudados produzidos com plástico termofixo reforçado com fibra de vidro. A norma aborda aspectos como largura, diâmetro, retilineidade, torção, planicidade e variações angulares.
Conheça a linha de perfis e produtos em PRFV da Tecwall.
O PRFV pode substituir o aço?
Em determinadas aplicações, sim. Essa substituição, porém, não deve ser feita apenas pela comparação das dimensões externas dos perfis.
PRFV e aço possuem comportamento mecânico, rigidez, formas de união e critérios de dimensionamento diferentes. O aço geralmente apresenta maior rigidez, enquanto o PRFV pode oferecer vantagens relacionadas à corrosão, ao peso e à baixa condutividade elétrica.
A comparação deve considerar a aplicação completa, incluindo:
• cargas permanentes e variáveis;
• vãos e pontos de apoio;
• limites de deformação;
• temperatura de operação;
• exposição química;
• condições de instalação;
• exposição à radiação ultravioleta;
• requisitos relacionados ao fogo;
• forma de fixação e montagem;
• inspeção e manutenção ao longo da vida útil.
Critério | PRFV | Aço |
Corrosão | Não sofre ferrugem, mas pode ser afetado por determinados agentes, UV e temperatura | Pode exigir pintura, galvanização ou outro sistema de proteção |
Peso | Geralmente apresenta menor densidade | Geralmente apresenta maior densidade |
Rigidez | Geralmente menor | Geralmente maior |
Condutividade elétrica | Geralmente baixa, conforme a composição | Alta |
Dimensionamento | Depende da direção das fibras, do perfil e das ligações | Segue propriedades e critérios próprios do aço |
Manutenção | Pode reduzir cuidados relacionados à corrosão | Pode exigir inspeções e renovação da proteção anticorrosiva |
Para estruturas constituídas por perfis pultrudados, uma referência internacional é a ASCE/SEI 74-23, que apresenta critérios para o dimensionamento de elementos estruturais, ligações e produtos pré-fabricados em compósitos reforçados com fibras.
Como avaliar as propriedades mecânicas do PRFV?
As propriedades do PRFV dependem da orientação e da quantidade de fibras, do sistema de resina, do processo de fabricação e da direção na qual os esforços são aplicados.
Diferentemente dos metais, os materiais compósitos podem apresentar propriedades diferentes de acordo com a direção da carga. Por isso, os dados de tração, flexão, compressão e cisalhamento devem ser avaliados conforme a configuração do perfil e sua aplicação.
Entre as referências utilizadas para a caracterização mecânica de compósitos estão:
• ASTM D3039/D3039M, para propriedades de tração;
• ASTM D7264/D7264M, para propriedades de flexão;
• EN 13706, para especificações, requisitos e métodos de ensaio de perfis pultrudados.
Os resultados de ensaios podem apoiar o controle de qualidade e o dimensionamento, mas devem ser utilizados em conjunto com os dados do fabricante e os critérios definidos pelo responsável técnico.
Como o PRFV se comporta diante do fogo?
O PRFV é formado por fibras de vidro e uma matriz polimérica. Seu comportamento diante do fogo depende principalmente do sistema de resina, dos aditivos, da composição do produto e da configuração do componente.
O material não deve ser considerado automaticamente resistente ao fogo ou incombustível. Quando o projeto possui exigências relacionadas à propagação superficial de chama e à geração de fumaça, podem ser utilizados materiais formulados para apresentar desempenho específico, desde que esse desempenho seja comprovado por dados de ensaio aplicáveis.
A ASTM E84 é uma referência para avaliação comparativa da propagação superficial de chama e do desenvolvimento de fumaça em materiais de construção. O ensaio, isoladamente, não classifica um material como incombustível e não substitui as exigências legais ou normativas aplicáveis ao local de instalação.
Como escolher o perfil de PRFV adequado?
A escolha do perfil deve considerar as condições reais de utilização. Antes da especificação, é importante avaliar:
• tipo de estrutura e função do componente;
• cargas permanentes e variáveis;
• vãos entre apoios;
• limites de deformação;
• temperatura de operação;
• agentes químicos presentes;
• umidade e exposição às intempéries;
• exposição à radiação ultravioleta;
• necessidade de baixa condutividade elétrica;
• requisitos de segurança;
• forma de fixação e montagem;
• necessidade de superfície antiderrapante;
• requisitos relacionados ao fogo;
• facilidade de inspeção e manutenção.
A escolha da resina deve considerar os produtos químicos presentes, sua concentração, a temperatura, o tempo de exposição e as condições de operação. Essa compatibilidade deve ser analisada antes da fabricação ou da especificação do produto.
As propriedades mecânicas utilizadas no dimensionamento devem ser obtidas a partir de dados técnicos e ensaios adequados ao material. A escolha final deve ser validada pelo responsável técnico do projeto.
Perguntas frequentes sobre as aplicações do PRFV
Onde o PRFV é mais utilizado?
O PRFV é utilizado em saneamento, torres de resfriamento, indústrias químicas, fábricas de fertilizantes, áreas litorâneas, agronegócio, instalações elétricas e construção modular. As aplicações incluem escadas, passarelas, plataformas, guarda-corpos, grades de piso, painéis, suportes e estruturas.
O PRFV enferruja?
Não. O PRFV não sofre o processo de ferrugem característico dos metais ferrosos. No entanto, pode sofrer degradação por radiação UV, calor, fogo, danos mecânicos ou agentes químicos incompatíveis. A resina e a composição do produto devem ser adequadas às condições de exposição.
Os perfis em PRFV podem ser estruturais?
Sim. Existem perfis pultrudados desenvolvidos para aplicações estruturais. O dimensionamento deve considerar as propriedades específicas do material, as cargas, os vãos, as deformações, as ligações, a temperatura e os requisitos de cada projeto.
O PRFV precisa de pintura anticorrosiva?
Normalmente, o PRFV não necessita de pintura para proteção contra ferrugem. Outros revestimentos ou proteções podem ser especificados conforme a exposição UV, o acabamento desejado, a identificação visual, a superfície antiderrapante ou as exigências do ambiente.
O PRFV é mais resistente que o aço?
Não existe uma resposta única. PRFV e aço possuem propriedades diferentes. O aço geralmente apresenta maior rigidez, enquanto o PRFV pode oferecer vantagens relacionadas à corrosão, ao peso e à baixa condutividade elétrica. A comparação deve considerar a aplicação completa, e não apenas uma propriedade isolada.
Como escolher a resina adequada?
A escolha depende dos produtos químicos presentes, da concentração, da temperatura, do tempo de exposição e das condições de operação. A compatibilidade química deve ser analisada antes da fabricação ou da especificação do produto.
Referências técnicas
As referências abaixo podem ser consultadas para aprofundar o conhecimento sobre fabricação, ensaios, dimensionamento e aplicações do PRFV:
• ASCE/SEI 74-23: Load and Resistance Factor Design for Pultruded Fiber Reinforced Polymer Structures. Referência para o dimensionamento de estruturas, elementos e ligações produzidos com perfis pultrudados em PRFV. Consultar publicação.
• ASTM D3917-23: Standard Specification for Dimensional Tolerance of Thermosetting Glass-Reinforced Plastic Pultruded Shapes. Estabelece tolerâncias dimensionais para barras, hastes e perfis pultrudados. Consultar norma.
• ASTM D3039/D3039M: Standard Test Method for Tensile Properties of Polymer Matrix Composite Materials. Método utilizado para determinar propriedades de tração de materiais compósitos de matriz polimérica. Consultar norma.
• ASTM D7264/D7264M: Standard Test Method for Flexural Properties of Polymer Matrix Composite Materials. Método voltado à determinação da resistência, da rigidez e do comportamento à flexão de compósitos poliméricos. Consultar norma.
• EN 13706: Reinforced Plastics Composites: Specifications for Pultruded Profiles. Série de normas europeias sobre identificação, métodos de ensaio, requisitos gerais e classificação de perfis pultrudados. Consultar publicação.
• ASTM E84: Standard Test Method for Surface Burning Characteristics of Building Materials. Referência para avaliação comparativa da propagação superficial de chama e do desenvolvimento de fumaça. Consultar norma.
• Federal Highway Administration: publicação sobre o uso de compósitos em PRFV em estruturas novas e existentes, com destaque para o baixo peso e a resistência à corrosão. Consultar publicação.
• American Society of Civil Engineers: Reflections on 50 Years of Pultruded Fiber-Reinforced Polymer Composites in Structural Engineering. Publicação sobre a evolução dos perfis pultrudados e suas aplicações em engenharia estrutural. Consultar publicação.
A citação de uma norma não significa que todo produto em PRFV esteja automaticamente certificado ou seja adequado a qualquer aplicação. A especificação deve considerar os dados do fabricante, as condições reais do ambiente e a análise do responsável técnico pelo projeto.
Encontre a solução adequada para seu projeto
A Tecwall fabrica perfis pultrudados e desenvolve soluções em PRFV para saneamento, torres de resfriamento, indústrias, construção modular, infraestrutura e agronegócio.
A linha inclui tubos, vigas, cantoneiras, placas, painéis, grades de piso e perfis utilizados na fabricação de guarda-corpos, escadas, plataformas, passarelas e treliças.
Precisa selecionar perfis, grades, painéis ou estruturas em PRFV? Entre em contato com a Tecwall e apresente informações sobre o ambiente, as cargas, os vãos, a temperatura e os produtos químicos presentes. Esses dados ajudam a avaliar a solução mais adequada para o seu projeto.



Comentários